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Cancioneiro
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quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Jesus ensina-me o amor ao próximo

20 Comentários

Gostaria de partilhar convosco um dos ensinamentos do Padre Paulo que tem como tema "Jesus ensina-me o amor ao próximo".

Este ensinamento foi exposto e discutido na preparação para o Crisma e tem como objectivo:

  • Esclarecer e orientar o cristão para qual deverá ser o seu papel para com o seu próximo
  • Ajudar-nos a reflectir e a prepararmo-nos para a reconciliação com Deus (confissão).

"Jesus ensina-me o amor ao próximo.

  1. Procuro amar á maneira de Jesus, sem julgar, nem condenar, mas escutando e buscando sempre o bem do meu irmão?
  2. É diferente a maneira como me avalio da maneira que uso para avaliar os outros?
  3. Em face aos dos que me fazem mal ou prejudicam, qual a minha atitude?
  4. Sou verdadeiro?
  5. Tenho partilhado parte do meu tempo, dos meus dons, dos meus bens com os outros?
  6. Procuro ser afável e delicado nas palavras e atitudes em que os outros estão envolvidos? Ou deixo-me levar pela critica fácil, pelo ressentimento, pelo preconceito?"

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

O que é e como deve ser feito um ensaio ?

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Na sequência de algumas trocas de msgs e por sugestão da Rita segue a seguinte publicação sobre o tema música/ensaio.

O seguinte exposto tenta analisar o estado actual e descrever a minha visão concreta sobre qual o caminho que acredito que o grupo deva seguir.
Para que todos saibam onde estamos e para onde queremos ir em termos musicais, é imperativo que todos se manifestem sobre o que é para vocês um ensaio e como è que este deverá ser feito.

Análise
Considerando o último ensaio ficou evidente a existência de diferentes idealizações sobre como levar a cabo um ensaio e qual o objectivo pretendido deste. Uma das questões base é - Até que ponto é que devemos seguir o original?

Ao se tirar/ensaiar uma música, existe sempre a situação de a música ser interpretada de forma diferente por cada um. Isto porque se está habituado(a) a cantar/tocar de uma certa forma ou porque se tem uma diferente interpretação ou até por desconhecimento total do original. Para que seja possível a conciliação de todos numa só versão, fica claro que em algum ponto da música cada um terá que (re)aprender e aceitar algo diferente devido às diferentes interpretações de cada um..
Aplicando o espírito de grupo a que já estamos habituados, ou seja, qualquer produto de uma reunião/ensaio deverá ser fruto da opinião de todos, dá como resultado final uma música com letra igual ao original mas inevitavelmente com melodia e instrumental diferente.

Opinião
Embora subscreva totalmente este espírito, para o caso de tirar músicas não sou totalmente a favor já que:

  • Implica discussões nos ensaios até que se chegue a um consenso.
  • Provoca "mal estar" pois nem sempre é facil aceitar que a sua versão não vá avante
  • Necessita de tempo extra para a discussão ficando pouco tempo efectivo para ensaiar
  • Nem sempre a versão mais "confortável" se traduz em sinónimo de qualidade
  • Torna difícil a junção com o grupo das 12 e outros

Assim, considero que: desde que se reconheca a qualidade de um original (como por exemplo o sdpj-A tua palavra) qualquer "criação" diferente do original deverá ser tanto quanto possível evitada. Claro que será impossível tocar/cantar tudo exactamente igual mas vejo esta abordagem como o caminho certo para melhorarmos a qualidade do ensaio e do grupo ao nível musical. - Não é este o objectivo comum?

Veja-se por exemplo o caso do hino diocesano ou oração de S. Francisco que são exemplos daquilo que somos capazes desde que estejamos dispostos a isso! Estou certo que a partir do momento em que todos passarem a ouvirem o original em casa os ensaios passeriam a servir essencialmente para tirar dúvidas (face ao original) e a treinar efectivamente a música. A existencia de algumas "frustrações" não serão resultado da falta deste trabalho prévio? Ultrapassando isto acredito que poderiamos ter ensaios bem "mais agradáveis" com menores discussões e no final poderíamos conseguir um aumento da qualidade do conjunto que só é mesmo possível com a contribuição e alinhamento de todos.

Outras vozes

As 2 e/ou 3as vozes são das partes mais difíceis de tirar/cantar já que tipicamente tem uma melodia muito diferente da melodia principal. No entanto, acho que todos reconhecemos que o efeito final é sem duvida sinónimo de qualidade. Veja-se por exemplo o John que consegue tornar as 2as vozes em algo natural e com resultado muito bonito.

Porque não deveremos nós todos também tentar melhorar este ponto?

Temos já alguns exemplos como o aleluia (onde chegamos à 3a), Hino Diocesano, Oração S Francisco e outros. Contudo para melhorar é necessário estarmos mais uma vez dispostos a aceitar este desafio. Sei perfeitamente que é "contra natura" e a vontade de a cantar é mínima mas não será isso apenas um sentimento/resistência inicial? (como dizia o Fernando Pessoa: 1º estranha-se e depois entranha-se!". Acredito que este "sacrifício" individual se irá traduzir numa melhoria exponencial do conjunto. Assim, tirando o facto de que em algumas situações que as teremos que as inviabílizar devido ao reduzido número de pessoas, para as outras situações acho que valia mesmo a pena tentar...

Resumo

É importante que em termos musicais se tenha consciência do que se pretende e até que ponto é que cada um está disposto a ir. Para que o coro funcione é mandatorio que estejamos todos alinhados pois não dá para cada um cantar uma versão diferente...

Esclarecimento

Do meu lado, gostaria ainda de esclarecer que nos ensaios o que aparenta ser a "minha versão", esta não é mais do que a "versão do original". Pois tenho seguido a indicação de "tirar" a música a partir dos mp3 que me foram facultados para o efeito e que eu próprio subcrevo como o método mais acertivo. (Nota - Não será antes a "minha versão" e não a "nossa versão" devido ao facto de não termos preparado a musica anteriormente?)

Não existe também qualquer intenção de imposição da minha parte pois tinha a percepção errada que não iria estar em questão alterações intencionais ao original. Daqui a minha conduta de correcção/orientação...(Nota- Não será que queremos alterar devido ao facto de não termos ideia correcta do que é o Original e o importante é que todos opinemos segundo o espirito de grupo?)

Fico assim a aguardar a opinião de cada um sobre efectivamente o que é um ensaio e como é que este deva ser feito.

Beijinhos e abraços,

Valdemar